O Brasil, a merda e o Judiciário.

“Que merda é essa?? “

 
Michel Temer para o senador Romero Jucá, quando estouraram os áudios da conversa com Sérgio Machado, em maio de 2016.

 

” ih….agora fudeu de vez”


Toda a cúpula do PSDB quando vazou a delação da JBS, em 2017.

O BRASIL ESTÁ VIVENDO O GOLPE DENTRO DO GOLPE…

 

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A GRAVAÇÃO DE SÉRGIO MACHADO – EX SENADOR, NOTICIADA EM MARÇO DE 2017:

JUCÁ – Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem ‘ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca’. Entendeu?

 

MACHADO – Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].

 

JUCÁ – Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.

 

MACHADO – É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.

 

JUCÁ – Com o Supremo, com tudo.

 

MACHADO – Com tudo, aí parava tudo.

 

MACHADO – Tem que ter um impeachment.

 

JUCÁ – Tem que ter impeachment. Não tem saída.

 

MACHADO – O primeiro a ser comido vai ser o Aécio.

 

JUCÁ – Todos, porra. E vão pegando e vão…

MACHADO – [Sussurrando] O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele ser presidente da Câmara?

 

MACHADO – É aquilo que você diz, o Aécio não ganha porra nenhuma…

 

JUCÁ – Não, esquece. Nenhum político desse tradicional ganha eleição, não.

 

MACHADO – O Aécio, rapaz… O Aécio não tem condição, a gente sabe disso. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB…

 

JUCÁ – É, a gente viveu tudo.

 

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Num primeiro momento, ao ler a machete do G1 hoje, 16 de outubro de 2017, sobre ILEGALIDADE DA PUBLICACÃO DE VÍDEOS DA DELAÇÃO DO DOLEIRO  FUNARO, NO SITE DA CÂMARA, não entendi.

 

EDSON FACHIN, ministro do STF, disse que era ilegal a divulgação e a Câmara insiste que seguiu todos os trâmites da legalidade de publicar o material.

 

Agora, quando  FUNARO DIZ QUE O STF SABIA SOBRE A COMPRA DE VOTOS PARA O “IMPEACHMENT” DA DILMA E SE OMITIU… ou seja, que era o próprio tribunal a que pertence esse ministro, fica tudo mais claro. Claro!

 

LULA DISSE QUE O STF ESTAVA ACOVARDADO.

DISCORDO.

NÃO É ACOVARDADO, É CÚMPLICE, SÓCIO, PARCEIRO, BANDIDO, PODRE…

Agora, ou partimos pro tudo ou nada, ou nada.

 

Sandra Paulino

 

 

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IV TRIBUNAL TIRADENTES E A CENSURA

ERA DE SE ESPERAR QUE A 4ª EDIÇÃO DO TRIBUNAL TIRADENTES, REALIZADA NO TUCARENA, TIVESSE UM MÍNIMO DE RESPEITO PELOS EXPECTADORES, INCLUSIVE OS INTERNAUTAS QUE DESEJASSEM SE MANIFESTAR. AFINAL, ALI ESTAVA REUNIDA A NATA DA SOCIEDADE PAULISTANA, NA QUAL SE INCLUI O PROFESSORADO DA PUC, POLÍTICOS DE INEGÁVEL LISURA COMO LUÍZA ERUNDINA E IVAN VALENTE, ALÉM DE JORNALISTAS QUE SE DIZEM LIVRES E SEGUIDORES.

NA PRÁTICA, PORÉM, O QUE SE VIU FOI DESLAVADA CENSURA APLICADA A QUEM BUSCOU O ESPAÇO DE COMENTÁRIOS PARA DENUNCIAR OS ABUSOS QUE SE COMETEM CONTRA OS DESPROTEGIDOS.

FICOU BEM PROVADO, ISTO SIM, QUE ESTA EDIÇÃO DO TT NÃO PASSOU DE UMA FARSA MAL ENGENDRADA. TEVE DESDE PROFESSORA FORMADA POR UNIVERSIDADE DE INCONTESTÁVEL PRESTÍGIO, QUE AO LER TEXTO QUE NÃO ERA SEU, DEU DIVERSOS TROPEÇÕES, COMO NA EXPRESSÃO “STATUS QUO” QUE SE PRONUNCIA “ESTATUSQUÓ” E QUE AO INVÉS, DISSE “ESTATUCÔ”, MOSTRANDO QUE APESAR DA FORMAÇÃO, SUA DEFICIÊNCIA É VISÍVEL… ATÉ CHEGAR EM JORNALISTAS QUE APLICARAM CENSURA DIVERSAS VEZES EM COMENTÁRIOS QUE SÓ DIZIAM A VERDADE.

COMO DAR CRÉDITO A ESSE TIPO DE PROFISSIONAL? SE A VERDADE INCOMODA, APLICA-SE CENSURA CONTRA ELA?

DESSE MODO, QUE MORAL SE TEM NO MOMENTO DA APRESENTAÇÃO DE UMA DENÚNCIA CONTRA UM GOVERNO FRUTO DE UM GOLPE, GOVERNO ILEGÍTIMO E QUE SAQUEIA O PAÍS DE NORTE A SUL? QUEM, ALI, NAQUELE MEIO, PODE SE OLHAR NO ESPELHO E DIZER-SE MELHOR, MAIS LIMPO E ÉTICO DO QUE O DENUNCIADO?

OS JORNALISTAS CENSORES, O QUE TEM A TEMER? SERIA PROIBIDO DENUNCIAR QUE O DESEMBARGADOR ANTONIO CARLOS MALHEIROS, NA FUNÇÃO DE PRESIDENTE DO TRIBUNAL TIRADENTES É AMIGO DE UM BANDIDO?

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ENQUANTO SE TENTAVA INTERAGIR NA TRANSMISSÃO DOS TRABALHOS NO TRIBUNAL TIRADENTES, DIVERSAS INTERFERÊNCIAS DIRETAS DO SITE “JORNALISTAS LIVRES” SURGIAM NA TELA, COMO É POSSÍVEL CONFERIR NAS IMAGENS-PRINT ACIMA.

FELIZMENTE, AINDA EXISTEM ESPAÇOS REALMENTE “LIVRES” PARA SE PUBLICAR A VERDADE: LUIZ CARLOS DOS SANTOS, UMA FRAUDE QUE EXERCEU PODERES DE LINCHAR MORALMENTE VÁRIAS PESSOAS, POR CONTA DOS APOIOS RECEBIDOS, INCLUSIVE DE ÓRGÃOS LIGADOS AO APARELHO ESTATAL PAULISTA, É AMIGO DILETO DO DESEMBARGADOR ANTÔNIO CARLOS MALHEIROS.

NOSSOS SINCEROS PÊSAMES À PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO – PUCSP, POR IGNORAR ESSES FATOS RELEVANTES E PERMITIR QUE UM DE SEUS PROFESSORES — QUE JAMAIS SE DESCULPOU PERANTE A COMUNIDADE ACADÊMICA E JUNTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA, PELO EXTENSO APOIO EMPRESTADO A UM BANDIDO, DURANTE ANOS A FIO — PRESIDISSE  UM EVENTO DESSA ENVERGADURA.

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QUEM É LUIZ CARLOS DOS SANTOS:

O FUNDADOR DE UMA ONG EM COTIA: “CONSELHO OUVIDOR DE DIREITOS HUMANOS – CODH” REBATIZADA COMO “ESPAÇO DESEMBARGADOR ANTÔNIO CARLOS MALHEIROS”, ESPECIALIZADA EM APRESENTAR DENÚNCIAS FALSAS CONTRA POLICIAIS, ESPECIALMENTE POLICIAIS MILITARES.

FEZ ISSO COM APOIO DO CONDEPE – CONSELHO ESTADUAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA HUMANA, EM 2011, QUANDO ACUSOU FALSAMENTE O SOLDADO DA PM JULIO CÉSAR LIMA DO NASCIMENTO, QUE ACABOU ASSASSINADO. DETALHE: O SOLDADO NASCIMENTO PROCUROU O CONDEPE E APRESENTOU PROVAS DE QUE SEU COMANDANTE, HENRIQUE DIAS, O PERSEGUIA NO QUARTEL DE OSASCO, PORQUE PRENDEU COMPANHEIROS DE FARDA EM 2006 NO EMBU DAS ARTES. DEPOIS DESSA PRISÃO, FOI TROCADO DE QUARTEL E DE COMANDO, INDO PARA OSASCO. FOI ALVO DE UM ESTRANHO ROUBO, ALVEJADO COM 2 TIROS E BALEANDO O ASSALTANTE QUE FOI PRESO. DEPOIS DE ALGUM TEMPO, MUITO ESTRANHAMENTE, UMA PROMOTORA DE COTIA, PASSOU A ACUSAR O SOLDADO DE TER “TRAMADO UM FLAGRANTE”. O ABSURDO TEVE SEQUÊNCIA COM A SOLTURA DO BANDIDO, QUE DESAPARECEU. TUDO INDICA QUE FOI MORTO, MAS NÃO POR NASCIMENTO, QUE ESTAVA HOSPITALIZADO, TRATANDO DOS TIROS QUE O BANDIDO DISPAROU.  MAS LUIZ CARLOS TINHA O APOIO DO CONDEPE, DE GENTE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS NACIONAL E ESTADUAL, DO DESEMBARGADOR… 

SÓ A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA CUMPRIU SEU PAPEL, EMBORA TARDE DEMAIS, PORQUE NASCIMENTO ESTAVA MORTO. E NEM MESMO COM O PARECER DE UMA COMISSÃO ESPECIAL, O CONDEPE AGIU. O CASO ACABOU ARQUIVADO.

PARECER Nº 43, DE 2012

DA COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA HUMANA, DA CIDADANIA, DA PARTICIPAÇÃO E DAS QUESTÕES SOCIAIS, SOBRE O PROCESSO RGL Nº 5912, DE 2011

O nobre Deputado Adriano Diogo, Presidente desta Comissão, requereu a autuação da documentação encaminhada pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana – CONDEPE, que versa sobre o assassinato do Soldado PM Júlio Cesar Nascimento e sobre as ameaças a que sua advogada, Dra. Sandra Aparecida Paulino e Silva, se encontra suscetível.

Após autuado, o processo retornou à Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais e foi a mim distribuído para que a matéria fosse apreciada.

Na qualidade de Relatora designada para essa tarefa, pudemos, por meio da leitura do processo em tela, tomar conhecimento do que foi apurado até o momento. Segundo relato do falecido Soldado PM Júlio Cesar Nascimento, no ano de 2006, presenciou a prisão de policiais militares envolvidos num roubo e receptação de carga de frios e carne.

Tais policiais serviam no 36º BPM, comandado pelo Tenente Coronel PM Henrique Dias, eventual responsável pela perseguição ao falecido Soldado.

Como destaque de seu Termo de Declarações, o PM Júlio Nascimento afirmou que respondia a Processo Administrativo Demissório – PAD pelo desaparecimento do suposto traficante Juliano Assis Camargo, tendo sido o processo instaurado pelo Tenente Coronel PM Henrique Dias.

Em gravação telefônica obtida por sua advogada acima mencionada, o Tenente Coronel PM Henrique Dias teria dito que iria complicar bem a vida dele (do falecido Soldado). O falecido PM e sua advogada denunciaram toda a situação junto ao CONDEPE, estando a Delegacia de Polícia de Osasco a investigar o ocorrido. Cumpre destacar que o Ministério Público também tomou conhecimento da situação, conforme se vê pelos documentos do processo.

No mesmo dia do assassinato do PM Júlio Cesar Nascimento, sua advogada, Dra. Sandra Aparecida Paulino e Silva, denunciou que estava sob ameaças de policiais militares, tendo registrado Boletim de Ocorrência. Por solicitação do CONDEPE, o Programa Nacional de Proteção de Defensores de Direitos Humanos, conjuntamente com a Polícia Federal, retiraram a advogada e seus familiares do Estado.

Diante de todos os relatos constantes da documentação recebida por esta Comissão e levando em conta que o CONDEPE, o Ministério Público e a Delegacia de Polícia competente já estão envolvidos no caso ora analisado, resta a esta Comissão propor aos nobres colegas as seguintes providências:

a) o encaminhamento de ofício convidando envolvidos no caso em tela para prestarem esclarecimentos:

– Dra. Sandra Aparecida Paulino e Silva – advogada da vitima.
– Promotor de Justiça Alexandre Cid de Andrade (GAECO) Núcleo Capital que apresentou relatório concluindo que o crime não fora cometido por grupo de extermínio.
– Ten. Cel. PM Henrique Dias – comandante do 42 BPM / M de Osasco conduta investigada no inquérito policial.
– Dr. Paulo Sergio Maluf Barroso – Delegado de Policia Assistente, que fora convocado para presidir o caso na Delegacia de Osasco.

b) o encaminhamento de ofício ao Ministério Público do Estado com apelo para que continue acompanhando o caso, em razão do interesse não só dessa Casa de Leis mas de toda a sociedade na concretização da justiça;

c) o posterior retorno dos autos a COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA HUMANA, DA CIDADANIA, DA PARTICIPAÇÃO E DAS QUESTÕES SOCIAIS.

a) Leci Brandão – Relatora
Aprovado como parecer o voto da relatora, propondo encaminhamento de ofício ao Ministério Público do Estado e o convite aos envolvidos para esclarecimentos.
Sala das Comissões, em 30/11/2011
a) Adriano Diogo – Presidente
Carlos Bezerra – Dilmo dos Santos – Sebastião Santos – José Cândido – Geraldo Cruz – Adriano Diogo – Rafael Silva

 

SEMPRE SE SOUBE, SEJA PELA CONDUTA DESSE INDIVÍDUO, SEJA POR SEUS VÁRIOS ANTECEDENTES, TODOS ENVOLVENDO CRIMES PATRIMONIAIS, QUE ELE ERA BANDIDO. 

SÓ O DESEMBARGADOR MALHEIROS, INGÊNUO, NEM PERCEBEU.

ACONTECEU QUE 5 ANOS SE PASSARAM DA MORTE DE NASCIMENTO E… DESCOBRIU-SE QUE LUIZ CARLOS ERA UM INFORMANTE DA FACÇÃO CRIMINOSA PCC! NA ÉPOCA DE SUA PRISÃO, EM NOVEMBRO DE 2016, RECEBIA UMA “AJUDA DE CUSTO” DE CERCA DE 5 MIL REAIS POR MÊS, NA CONTA DE SUA COMPANHEIRA.

MINIMIZANDO O FATO GRAVE, UMA PARTE DA IMPRENSA QUE ENCOBRE E DESINFORMA – COMPREENSIVELMENTE BENEVOLENTE COM OS DESVIOS INCONTESTÁVEIS QUE ROTINEIRAMENTE SE PRATICAM SOB A FALSA ÉGIDE DEPROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS  – APRESENTOU LUIZ CARLOS COMO “CONSELHEIRO” DO CONDEPE, QUANDO SE SABE QUE ELE FOI CONSELHEIRO, MAS ERA VICE-PRESIDENTE DO ORGÃO!

TAMBÉM INDUZIU MUITAS PESSOAS A ACREDITAR QUE O BANDIDO SERIA ADVOGADO, QUANDO SE SABE QUE ORA SE APRESENTA COMO COMERCIANTE, ORA COMO BORRACHEIRO, MAS NA ÚLTIMA DÉCADA NUNCA TRABALHOU, APENAS PARTICIPAVA ATIVAMENTE DE SOLENIDADES E ATOS RELACIONADOS COM A DEFESA DE DIREITOS HUMANOS DE… BANDIDOS!

LUIZ CARLOS FB

LUIZ CARLOS JÁ VINHA SENDO PATROCINADO PELO PRESIDENTE DA OAB DE COTIA, QUE SÓ PELO CARGO QUE EXERCE, DEVE SER UM ADVOGADO DE DESTAQUE. CONTINUOU SENDO DEFENDIDO PELO MESMO ADVOGADO. A DÚVIDA É: E OS HONORÁRIOS, QUEM PAGOU E/OU ESTÁ PAGANDO?

NA FOTO ABAIXO, DA ESQUERDA PARA A DIREITA: JOSÉ APARECIDO SANCHES SEVERO, DELEGADO EM COTIA, DESEMBARGADOR ANTONIO CARLOS MALHEIROS, LUIZ CARLOS PRESTES MIRAMONTES PRESIDENTE DA OAB-COTIA E SEU CLIENTE, LUIZ CARLOS DOS SANTOS.

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APÓS A PRISÃO DE LUIZ CARLOS, A PALAVRA DO ADVOGADO:

O advogado do conselheiro do Condepe Luiz Carlos Santos, Carlos Alberto Miramonte, disse nesta terça-feira que seu cliente nega todas as acusações. 

“Ele nega completamente valores que falam que está com ele, que recebia isso, que recebia aquilo, que falam que está com ele. Ele é um sujeito muito simplório. Ele que me falou que talvez seja uma retaliação ao nome dele. Ele como representante do Condepe, de direitos humanos, tem muitas ações voltadas a policiais. Ele acredita que seja talvez isso.”

O advogado contou o que ouviu de Luiz Carlos sobre a prisão desta terça sobre a acusação da polícia. “Ele fala para mim que surgiu uma anotação em nome dele em determinado presídio e isso já é uma história já antiga, de 2014, 2015. Através dessa anotação do nome dele é que fizeram essa investigação e chegou a prisão dele. Eu falo tudo isso, mas não conheço o processo porque tramita em Presidente Venceslau. Não conheci o processo. Nem ele sabia dessa história. “

O advogado rejeita a acusação da polícia de que Luiz Carlos receberia dinheiro de uma facção criminosa. 

“Ele nega completamente tudo isso”, afirmou. Segundo o advogado, seu cliente diz: “Eu não tenho absolutamente nada. Nunca recebi nenhum dinheiro. Nunca entrou dinheiro na minha conta. Minha casa está aberta.” Miraonte comnplementa: “Ele tem um Santana, acho que 1994. Ele tem uma vida aberta. “Ele realmente é um rapaz simplório, não se mostra com dinheiro, com nada. O que ele me passou mais é que seria isso, uma retaliação ao nome dele em razão das ações que os direitos humanos vão em cima de policiais.”

Miramonte diz que todas as visitas a presídios como as realizadas por Luiz Carlos são monitoradas, com a presença de diretores dos presídios, da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). “Sozinho ele nunca foi a presídio”, disse. 

Miramonte diz que seu cliente disse temer tortura. “Ele até me perguntou: ele falou, pô, lá vão me colocar no pau de arara, sei lá o que para falar alguma coisa. Eu não tenho nada que falar.”

Miramonte disse que Luiz Carlos foi levado nesta terça-feira para Presidente Venceslau e vai ser ouvido na delegacia seccional da cidade. “Ele vai ficar detido temporariamente. A prisão vence no sábado. A gente vai esperar a decisão, porque se for decretada a prisão preventiva dele a gente vai tomar algumas medidas”, afirmou. O advogado ainda não entrou com nenhuma medida em favor do cliente. 

Outro processo
Miramonte disse nesta terça-feira (22) que seu cliente é réu em um processo por extorsão em Cotia, na Grande São Paulo. 

“Ele tem um processo de extorsão perante a vara criminal de Cotia. É um processo de 2011. A história é uma extorsão de um policial, que teria estuprado uma menor, e para não ser veiculado na mídia ele (Luiz Carlos) teria exigido dinheiro. Essa é a versão que se fala. O processo ainda não foi julgado, Está em fase de instrução ainda. Não acabou ainda. Desde o início ele já vem negando essa história. Ele nega completamente esse fato. Vem negando desde o início. Na época, ele foi preso em flagrante e ficou um dia na prisão. A gente alegou que foi um flagrante preparado por policiais. No outro dia ele estava na rua. Foi relaxada a prisão dele na época”, disse o advogado.

A Secretaria da Justiça reafirmou a independência do Condepe mas sugeriu que o colegiado elabore proposta de aprimoramento da lei, Para evitar a eleição de pessoas incompatíveis com o decoro exigido pelo cargo. Luiz Carlos dos Santos, foi indicado pelo Conselho Ouvidor de Direitos Humanos e Cidadania, em Cotia, como representante da sociedade civil. A OAB disse que determinou o acompanhamento do caso por meio da comissão de direitos e prerrogativas profissionais, para assegurar os direitos dos advogados presos.

 

O QUE A POLÍCIA DE OSASCO, COTIA, EMBU E REGIÃO NÃO FEZ, A DE PRESIDENTE PRUDENTE EXECUTOU DIREITINHO: LUIZ CARLOS VINHA SENDO INVESTIGADO SIGILOSAMENTE, FOI PRESO, PROCESSADO E JULGADO. ESTÁ NO LUGAR CERTO: CADEIA.

A investigação começou em Presidente Prudente, onde estão dois presídios de segurança máxima. Em maio de 2015, uma carta foi interceptada por um agente penitenciário, durante procedimento de varredura de rotina. A partir dela, a Polícia Civil descobriu uma célula denominada “sintonia dos gravatas” – modo como é tratado o departamento jurídico da facção criminosa. Ela foi criada inicialmente para prestação de serviços exclusivamente jurídicos aos líderes da facção, mas acabou evoluindo, e seus integrantes passaram a ter outras funções na organização.
Atualmente essa célula simulava visitas jurídicas aos líderes presos, fazendo elo de comunicação de atividades criminosas entre os presos e aqueles que estão em liberdade, em “verdadeiras relações de promiscuidade”, segundo a Polícia Civil.
Ainda de acordo com a polícia, dois advogados, integrantes da célula, prometeram à liderança da organização que conseguiriam se tornar conselheiros do Condepe. Como não conseguiram, realizaram a aproximação a Luiz Carlos dos Santos e ofereceram dinheiro em troca de “serviços escusos” do Condepe.

NA FOTO ABAIXO, LUIZ CARLOS APARECE AO LADO DE OUTRO ADVOGADO: RILDO MARQUES DE OLIVEIRA, QUE DEU TOTAL DESCRÉDITO AO SOLDADO NASCIMENTO, EM FAVOR DE LUIZ CARLOS DOS SANTOS EM 2011 E NÃO ENVIOU SEQUER UM OFÍCIO AO COMANDANTE DA PM:

LC E RILDO

LUIZ CARLOS É DESLUMBRADO COM A VISIBILIDADE E POR ISSO APARECE SEMPRE EM SOLENIDADES, EVENTOS E QUALQUER LUGAR ONDE HAJA UMA CÂMERA APONTANDO SUA FIGURA. ABAIXO, ELE ESTÁ LADEANDO O TENENTE CORONEL ENTÃO COMANDANTE DE CARAPICUIBA, ANTONIO CARLOS DA SILVA E NOVAMENTE SE VÊ QUE PRESENTE NA CERIMÔNIA ESTAVA O INSEPARÁVEL DESEMBARGADOR MALHEIROS:

LC CORONEL 33

A INGENUIDADE DO DESEMBARGADOR ANTONIO CARLOS MALHEIROS INVOLUNTARIAMENTE ACABOU PATROCINANDO UMA FERIDA NA PELE FRÁGIL DOS DIREITOS HUMANOS QUE – PARECE – JAMAIS VAI CICATRIZAR.

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LAMENTÁVEL… PARA O SOLDADO NASCIMENTO, BOM POLICIAL E CUMPRIDOR DA RÍGIDA DISCIPLINA DA PM, TAMBÉM POR UMA INCRÍVEL COINCIDÊNCIA, SÓ SOBROU UM CAIXÃO, DEPOIS DE LEVAR 18 TIROS A QUEIMA-ROUPA.

soldado nascimento

FOI POR ACREDITAR QUE DENUNCIANDO OS DESVIOS DE SEU COMANDANTE NO 42BPM/M EM OSASCO, TEN CEL PM HENRIQUE DIAS, ENVOLVIDO EM ROUBO DE CARGAS E GRUPOS DE EXTERMÍNIO E QUE NOVAMENTE O PERSEGUIA – HAVERIA INVESTIGAÇÃO PELA CORREGEDORIA, QUE PRESTOU DEPOIMENTO NO INQUÉRITO INSTAURADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO. O CORONEL FIGURAVA COMO “AVERIGUADO” E O DEPOIMENTO DO SOLDADO ACONTECEU UM MÊS ANTES DE MORRER, CONTANDO A REALIDADE DO QUE SE PASSA NUM COMANDO MUITO PECULIAR PARA A REGIÃO OESTE DA GRANDE SÃO PAULO.

OS JORNALISTAS QUE SE DIZEM LIVRES, DEVIAM TER VERGONHA DE SE COMPORTAR DE FORMA TÃO SUBSERVIENTE, DANDO RAZÃO AOS QUE DIZEM QUE UMA PARTE DA IMPRENSA LIVRE É PATROCINADA PELO CRIME ORGANIZADO.

LAMENTÁVEL QUE MUITOS E BONS JORNALISTAS QUE INTEGRAM ESSE COLETIVO, NÃO SEJAM A REGRA, MAS A EXCEÇÃO DOS QUE SERVEM AO PODER E AOS CIFRÕE$$$$$$$.

POR ISSO USAM DA CENSURA, A VELHA E BOA FORMA DE CALAR A VOZ DE QUEM INCOMODA.

Sandra Paulino  

FERNANDO SÉRGIO BARONE NUCCI

Festejar os 3 anos de cirurgia era a intenção… que se desfez em apenas 4 dias.

NUCCI 16-09 fez 53 mais 3 como prorrogção

“PESSOAS TOMANDO VINHO ALEGRAM PESSOAS”, era mesmo a cara dele.

nucci falando de pessoas

Brincalhão…

NUCCI POWER 2

 

Bon vivant…

NUCCI POWER POINT

Intuitivo como todo sagitariano…

NUCCI SINAIS VITAIS

Transparente…

NUCCI PRESERVATIVO

 

Profundamente responsável. 

Apesar disso, foi alvo de ação por danos morais por… trabalhar!

3/10/2015 Remetido ao DJE
Relação: 0232/2015 Teor do ato: Ronaldo João Roth move esta demanda em face da FESP. Alega que é juiz de direito e em várias decisões que proferiu foram interpostos recursos, em que os Procuradores de Justiça Pedro Fallabella Tavares de Lima e Fernando Barone Nucci, apresentaram pareceres ofensivos a sua honra, bem como expediram ofícios também ofensivos. Nesses processos, que tratavam de crimes praticados por policiais militares contra civis, o autor determinou o arquivamento dos feitos, uma vez que entende ser desnecessária a remessa dos autos ao Tribunal do Júri, mesmo porque as investigações sobre tais crimes também são efetuadas pela Polícia Civil. Nesses pareceres, os Procuradores de Justiça, individualmente ou em conjunto, sustentam que há suspeitas de simulação de legítima defesa e o agir do Magistrado é daqueles que não desejam a apuração dos fatos. Em parecer manuscrito, Fernando Barone sustenta que o autor pretende fazer valer tese, sem preocupação com os fatos, mas naquele caso, acertou, como relógio parado. Em outra ocasião, os Procuradores manifestam que o caso arquivado envolvia policiais da ROTA, onde o autor havia servido. Alega ainda que os Procuradores em questão, representados no CNMP, divulgaram documentos sigilosos e comunicaram o arquivamento dessa representação, divulgando-o em blog de terceiros. Pretende indenização por danos morais. Citada, a ré contestou. Alega que não pode ser responsabilizada por atos de particulares, relativamente à publicação no blog. No mérito, sustenta que não houve abuso nas manifestações, de maneira que não há ato ou omissão que justifique a indenização pretendida, também porque não se verifica a ocorrência de dano moral. Houve réplica. É o relatório. Passo a fundamentar. A demanda é improcedente. O contexto é o seguinte: o autor, magistrado, determinou o arquivamento de diversos inquéritos policiais militares, reconhecendo legítima defesa. Esse arquivamento decorreu de pedido “implícito” do MP, que recusou o oferecimento de denúncia ou pedido de arquivamento, pedindo encaminhamento do feito ao Tribunal do Júri, porque não seria competente a Justiça castrense. Foram interpostos recursos, em que os Procuradores de Justiça apresentaram pareceres, supostamente ofensivos. O autor os representou perante o CNMP, sendo arquivada sua representação, tendo eles divulgado esse resultado, inclusive em blog de advogada a eles próxima. Evidentemente, cuida-se de questão processual, embora reiterada, em que os ânimos se acirraram. Examinemos as imputações específicas a fim de determinar se foram abusivas ou não, e em seguida o fato da divulgação, por ofícios e no blog, da decisão do CNMP. As frases ofensivas, constantes dos pareceres subscritos pelos Procuradores de Justiça acima nomeados, foram as seguintes: a) a decisão recorrida “somente tende a prejudicar o bom andamento da vida institucional da Justiça Militar”. Não há aqui qualquer ânimo ofensivo. Cuida-se de mera argumentação no sentido do provimento do recurso, exatamente o sentido do parecer. Concordar ou discordar disso é apenas questão de fundo. A rigor, aliás, qualquer decisão que possa ser objeto de recurso pode ser tida como prejudicial ao bom andamento dos processos. Isso quer dizer, qualquer decisão pode ser assim tratada, pois qualquer decisão é sujeita a recurso. b) as normas legais não pretendem que se decida a questão sobre homicídios praticados por policial militar contra civil na Justiça Militar, sobretudo quando o Magistrado foi oficial da ROTA. O fato de o autor ter sido oficial da ROTA é apenas digno de elogios. Cuida-se, como sabido, de tropa de elite. No entanto, a manifestação cuida de outro prisma dessa tropa, conhecida por ser, supostamente, violenta. Essa fama é de conhecimento comum. A argumentação, pese pueril, não é ofensiva. c) o autor citou trabalho de sua própria lavra na decisão. O argumento tenta conduzir ao raciocínio de que apenas o autor defende a tese impugnada. Ao que consta, diversas decisões do TJM-SP adotam o mesmo raciocínio defendido pelo autor, o que leva a concluir que o argumento não é muito feliz. Mesmo assim, mais uma vez a expressão nada tem de ofensiva, estando dentro dos limites do recurso. d) seu raciocínio é castelo construído sobre areia. Nada há de ofensivo aqui, a toda evidência. Cuida-se de mera argumentação. e) impedir a remessa do IPM para a Vara do Júri inibe o exercício da titularidade da ação penal pelo MP. Observação idêntica deve ser efetuada. Seria uma consequência jurídica do entendimento defendido na decisão recorrida, nada havendo de ofensivo nessa conclusão. f) agindo assim, o magistrado fere “a figura do Juiz natural”. Mais uma vez, cuida-se de esforço de argumentação, se bem que o Juiz natural não tem uma figura. É apenas um princípío, elementar ao devido processo legal. g) em determinado processo, o autor teria procurado não dar ouvido ao MP e adotou a “espúria versão dos oficiais responsáveis pelo IPM para endossar a tese da legítima defesa”. Ainda bem que o magistrado não precisa “dar ouvido ao MP”, pois se o fizesse não seria imparcial. O magistrado, ademais, adota tese de uma das partes, sendo natural aceitar a versão dos fatos oferecida pela parte defensora da tese que adotou. Críticas a essa escolha – devidamente fundamentada, aliás, como é essencial – são da natureza de qualquer recurso. Portanto, nada há de ofensivo aqui. h) O autor não poderia desconhecer a realidade de armas intrujadas Cuida-se aqui de mero desenvolvimento da tese de que a versão apresentada por uma das partes, e adotada pelo juiz, não deve prevalecer. Se essa ocorrência é comum, realmente não pode ser ignorada, mas deve ser comprovada em cada processo. Cuida-se, mais uma vez, de mero esforço argumentativo, sem animo de ofensa. i) “quando Magistrado incompetente (em razão da matéria), com passado de Oficial da Rota, de modo precipitado, vem lutar pelo reconhecimento precipitado da Legítima Defesa, e, assim, vem lutar pelo despropositado fim das investigações (a manietar Juiz de Direito e Promotor de Justiça, do Júri), tem-se, a sensação (sabemos não ser isso) de que o que se está buscando é jogar a opinião pública contra a Justiça Militar paulista”. Pode ter havido ironia, mas não excesso de linguagem, no manejo da incompetência pelos Procuradores de Justiça. Não se está a fazer ofensa, mas mera blague. No restante, reiteraram eles tópicos já apreciados anteriormente, com o argumento de que a decisão não favorece o entendimento popular a respeito da independência e seriedade da Justiça Militar. Mero esforço argumentativo, uma vez mais. j) o autor está sendo inocente ao tratar do tema em discussão. Esta assertiva decorre da anterior. É esforço de argumentação, no sentido de que a tese adotada pelo magistrado é prejudicial à instituição. Nada de ofensivo, portanto, estando uma vez mais dentro dos limites da atuação do MP. k) Fernando Barone Nucci, em parecer na Correição Parcial 230/13, atua de forma irônica, asseverando que só o autor pode modificar o veredicto do Juri. Ironia não é ofensa, sendo recurso linguístico que pode ser utilizado. A conclusão do MP, nesse sentido, é tecnicamente incorreta, pois se não houver veredicto não haverá modificação, mas cuida-se de mero esforço argumentativo. Como se vê, portanto, não houve excesso a justificar a pretendida indenização em nenhum desses casos. Em um caso particular (fls. 462/463) o procurador assevera que o autor decidiu de forma correta, “como relógio parado”. Efetivamente desnecessária, grosseira e vulgar a afirmação, mas não dá azo a indenização por danos morais, porque não se entrevê nela seriedade suficiente a preocupar um magistrado. Por fim, o sigilo das representações perante o CNMP ou o CNJ é em benefício do representado, e mesmo assim esse sigilo é limitado. Se, dado o resultado da representação, os próprios representados resolvem divulgá-lo, não há qualquer violação ao sigilo, que se existente é em seu benefício, nada havendo de ilegal em dele abrir mão. A divulgação, portanto, seja por ofícios, seja por remessa da decisão a um blog, não é apta a produzir danos morais ao autor, que não é beneficiário do sigilo da representação. Por todo o exposto, e pelo mais que dos autos consta, decido, para julgar improcedente o pedido. Pela sucumbência, arcará o autor com o pagamento das custas e despesas processuais comprovadas e com os honorários advocatícios do patrono da ré, que fixo em 10% do valor dado à causa. PRI. Advogados(s): Edison Lucas da Silva (OAB 115108/SP), Diamantino Fernando Novais Lopes (OAB 121590/SP), Maria Clara Osuna Diaz Falavigna (OAB 96362/SP)
21/10/2015 Certidão de Cartório Expedida 
Certifico e dou fé que o valor corrigido das custas de preparo para eventual recurso é de R$ 6.017,32. (Guia DARE – Cód. 230-6).
08/10/2015 Sentença Registrada
05/10/2015 Mandado Juntado
28/09/2015 Julgada improcedente a ação 
Ronaldo João Roth move esta demanda em face da FESP. Alega que é juiz de direito e em várias decisões que proferiu foram interpostos recursos, em que os Procuradores de Justiça Pedro Fallabella Tavares de Lima e Fernando Barone Nucci, apresentaram pareceres ofensivos a sua honra, bem como expediram ofícios também ofensivos. Nesses processos, que tratavam de crimes praticados por policiais militares contra civis, o autor determinou o arquivamento dos feitos, uma vez que entende ser desnecessária a remessa dos autos ao Tribunal do Júri, mesmo porque as investigações sobre tais crimes também são efetuadas pela Polícia Civil. Nesses pareceres, os Procuradores de Justiça, individualmente ou em conjunto, sustentam que há suspeitas de simulação de legítima defesa e o agir do Magistrado é daqueles que não desejam a apuração dos fatos. Em parecer manuscrito, Fernando Barone sustenta que o autor pretende fazer valer tese, sem preocupação com os fatos, mas naquele caso, acertou, como relógio parado. Em outra ocasião, os Procuradores manifestam que o caso arquivado envolvia policiais da ROTA, onde o autor havia servido. Alega ainda que os Procuradores em questão, representados no CNMP, divulgaram documentos sigilosos e comunicaram o arquivamento dessa representação, divulgando-o em blog de terceiros. Pretende indenização por danos morais. Citada, a ré contestou. Alega que não pode ser responsabilizada por atos de particulares, relativamente à publicação no blog. No mérito, sustenta que não houve abuso nas manifestações, de maneira que não há ato ou omissão que justifique a indenização pretendida, também porque não se verifica a ocorrência de dano moral. Houve réplica. É o relatório. Passo a fundamentar. A demanda é improcedente. O contexto é o seguinte: o autor, magistrado, determinou o arquivamento de diversos inquéritos policiais militares, reconhecendo legítima defesa. Esse arquivamento decorreu de pedido “implícito” do MP, que recusou o oferecimento de denúncia ou pedido de arquivamento, pedindo encaminhamento do feito ao Tribunal do Júri, porque não seria competente a Justiça castrense. Foram interpostos recursos, em que os Procuradores de Justiça apresentaram pareceres, supostamente ofensivos. O autor os representou perante o CNMP, sendo arquivada sua representação, tendo eles divulgado esse resultado, inclusive em blog de advogada a eles próxima. Evidentemente, cuida-se de questão processual, embora reiterada, em que os ânimos se acirraram. Examinemos as imputações específicas a fim de determinar se foram abusivas ou não, e em seguida o fato da divulgação, por ofícios e no blog, da decisão do CNMP. As frases ofensivas, constantes dos pareceres subscritos pelos Procuradores de Justiça acima nomeados, foram as seguintes: a) a decisão recorrida “somente tende a prejudicar o bom andamento da vida institucional da Justiça Militar”. Não há aqui qualquer ânimo ofensivo. Cuida-se de mera argumentação no sentido do provimento do recurso, exatamente o sentido do parecer. Concordar ou discordar disso é apenas questão de fundo. A rigor, aliás, qualquer decisão que possa ser objeto de recurso pode ser tida como prejudicial ao bom andamento dos processos. Isso quer dizer, qualquer decisão pode ser assim tratada, pois qualquer decisão é sujeita a recurso. b) as normas legais não pretendem que se decida a questão sobre homicídios praticados por policial militar contra civil na Justiça Militar, sobretudo quando o Magistrado foi oficial da ROTA. O fato de o autor ter sido oficial da ROTA é apenas digno de elogios. Cuida-se, como sabido, de tropa de elite. No entanto, a manifestação cuida de outro prisma dessa tropa, conhecida por ser, supostamente, violenta. Essa fama é de conhecimento comum. A argumentação, pese pueril, não é ofensiva. c) o autor citou trabalho de sua própria lavra na decisão. O argumento tenta conduzir ao raciocínio de que apenas o autor defende a tese impugnada. Ao que consta, diversas decisões do TJM-SP adotam o mesmo raciocínio defendido pelo autor, o que leva a concluir que o argumento não é muito feliz. Mesmo assim, mais uma vez a expressão nada tem de ofensiva, estando dentro dos limites do recurso. d) seu raciocínio é castelo construído sobre areia. Nada há de ofensivo aqui, a toda evidência. Cuida-se de mera argumentação. e) impedir a remessa do IPM para a Vara do Júri inibe o exercício da titularidade da ação penal pelo MP. Observação idêntica deve ser efetuada. Seria uma consequência jurídica do entendimento defendido na decisão recorrida, nada havendo de ofensivo nessa conclusão. f) agindo assim, o magistrado fere “a figura do Juiz natural”. Mais uma vez, cuida-se de esforço de argumentação, se bem que o Juiz natural não tem uma figura. É apenas um princípío, elementar ao devido processo legal. g) em determinado processo, o autor teria procurado não dar ouvido ao MP e adotou a “espúria versão dos oficiais responsáveis pelo IPM para endossar a tese da legítima defesa”. Ainda bem que o magistrado não precisa “dar ouvido ao MP”, pois se o fizesse não seria imparcial. O magistrado, ademais, adota tese de uma das partes, sendo natural aceitar a versão dos fatos oferecida pela parte defensora da tese que adotou. Críticas a essa escolha – devidamente fundamentada, aliás, como é essencial – são da natureza de qualquer recurso. Portanto, nada há de ofensivo aqui. h) O autor não poderia desconhecer a realidade de armas intrujadas Cuida-se aqui de mero desenvolvimento da tese de que a versão apresentada por uma das partes, e adotada pelo juiz, não deve prevalecer. Se essa ocorrência é comum, realmente não pode ser ignorada, mas deve ser comprovada em cada processo. Cuida-se, mais uma vez, de mero esforço argumentativo, sem animo de ofensa. i) “quando Magistrado incompetente (em razão da matéria), com passado de Oficial da Rota, de modo precipitado, vem lutar pelo reconhecimento precipitado da Legítima Defesa, e, assim, vem lutar pelo despropositado fim das investigações (a manietar Juiz de Direito e Promotor de Justiça, do Júri), tem-se, a sensação (sabemos não ser isso) de que o que se está buscando é jogar a opinião pública contra a Justiça Militar paulista”. Pode ter havido ironia, mas não excesso de linguagem, no manejo da incompetência pelos Procuradores de Justiça. Não se está a fazer ofensa, mas mera blague. No restante, reiteraram eles tópicos já apreciados anteriormente, com o argumento de que a decisão não favorece o entendimento popular a respeito da independência e seriedade da Justiça Militar. Mero esforço argumentativo, uma vez mais. j) o autor está sendo inocente ao tratar do tema em discussão. Esta assertiva decorre da anterior. É esforço de argumentação, no sentido de que a tese adotada pelo magistrado é prejudicial à instituição. Nada de ofensivo, portanto, estando uma vez mais dentro dos limites da atuação do MP. k) Fernando Barone Nucci, em parecer na Correição Parcial 230/13, atua de forma irônica, asseverando que só o autor pode modificar o veredicto do Juri. Ironia não é ofensa, sendo recurso linguístico que pode ser utilizado. A conclusão do MP, nesse sentido, é tecnicamente incorreta, pois se não houver veredicto não haverá modificação, mas cuida-se de mero esforço argumentativo. Como se vê, portanto, não houve excesso a justificar a pretendida indenização em nenhum desses casos. Em um caso particular (fls. 462/463) o procurador assevera que o autor decidiu de forma correta, “como relógio parado”. Efetivamente desnecessária, grosseira e vulgar a afirmação, mas não dá azo a indenização por danos morais, porque não se entrevê nela seriedade suficiente a preocupar um magistrado. Por fim, o sigilo das representações perante o CNMP ou o CNJ é em benefício do representado, e mesmo assim esse sigilo é limitado. Se, dado o resultado da representação, os próprios representados resolvem divulgá-lo, não há qualquer violação ao sigilo, que se existente é em seu benefício, nada havendo de ilegal em dele abrir mão. A divulgação, portanto, seja por ofícios, seja por remessa da decisão a um blog, não é apta a produzir danos morais ao autor, que não é beneficiário do sigilo da representação. Por todo o exposto, e pelo mais que dos autos consta, decido, para julgar improcedente o pedido. Pela sucumbência, arcará o autor com o pagamento das custas e despesas processuais comprovadas e com os honorários advocatícios do patrono da ré, que fixo em 10% do valor dado à causa. PRI.
08/09/2015 Conclusos para Sentença
03/09/2015 Réplica Juntada
Nº Protocolo: WFPA.15.70196696-8 Tipo da Petição: Manifestação Sobre a Contestação Data: 03/09/2015 19:55
24/08/2015 Certidão de Publicação Expedida
Relação :0184/2015 Data da Disponibilização: 24/08/2015 Data da Publicação: 25/08/2015 Número do Diário: Página:
21/08/2015 Remetido ao DJE
Relação: 0184/2015 Teor do ato: Manifeste(m)-se o(s) autor(es), no prazo de 10 (dez) dias, sobre a contestação. Advogados(s): Edison Lucas da Silva (OAB 115108/SP), Diamantino Fernando Novais Lopes (OAB 121590/SP), Maria Clara Osuna Diaz Falavigna (OAB 96362/SP)
19/08/2015 Ato Ordinatório Praticado 
Manifeste(m)-se o(s) autor(es), no prazo de 10 (dez) dias, sobre a contestação.
19/08/2015 Petição Juntada
Nº Protocolo: WFPA.15.80036248-3 Tipo da Petição: Contestação Data: 19/08/2015 15:46
23/07/2015 Certidão de Publicação Expedida
Relação :0150/2015 Data da Disponibilização: 23/07/2015 Data da Publicação: 24/07/2015 Número do Diário: Página:
22/07/2015 Remetido ao DJE
Relação: 0150/2015 Teor do ato: Vistos. Indefiro a tramitação em segredo de justiça por serem públicos os documentos que alegadamente atacaram a honra do requerente. Não se faz presente o requisito de ordem pública do art. 155, I, do CPC, portanto. Remova-se a tarja no sistema. Cite-se, servindo o presente, por cópia digitada, como mandado. Cumpra-se na forma e sob as penas da Lei. Intime-se. Advogados(s): Edison Lucas da Silva (OAB 115108/SP), Diamantino Fernando Novais Lopes (OAB 121590/SP)
20/07/2015 Certidão de Cartório Expedida 
Certifico e dou fé que encaminhei a r. decisão-mandado supra à Central.
15/07/2015 Recebida a Petição Inicial 
Vistos. Indefiro a tramitação em segredo de justiça por serem públicos os documentos que alegadamente atacaram a honra do requerente. Não se faz presente o requisito de ordem pública do art. 155, I, do CPC, portanto. Remova-se a tarja no sistema. Cite-se, servindo o presente, por cópia digitada, como mandado. Cumpra-se na forma e sob as penas da Lei. Intime-se.
13/07/2015 Conclusos para Despacho
13/07/2015 Certidão de Cartório Expedida 
Certifico e dou fé que foram recolhidas custas iniciais, taxa previdenciária e diligência.
13/07/2015 Distribuído Livremente (por Sorteio) (movimentação exclusiva do distribuidor

 

A imerecida ação não prosperou, julgada improcedente desde a sentença de 1º Grau até agora, quando se encontra no Superior Tribunal de Justiça. Hoje, um ano após a morte do procurador, há notícia no site do STJ da interposição de agravo contra decisão que também julgou improcedente o inconformismo:

AREsp nº 1138923 / SP (2017/0177561-0) autuado em 07/08/2017
PROCESSO:AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
LOCALIZAÇÃO:Entrada em COORDENADORIA DA SEGUNDA TURMA em 25/08/2017
TIPO:Processo eletrônico.
AUTUAÇÃO:07/08/2017
RELATOR(A):Min. PRESIDENTE DO STJ
RAMO DO DIREITO:DIREITO ADMINISTRATIVO
ASSUNTO(S):DIREITO ADMINISTRATIVO E OUTRAS MATÉRIAS DE DIREITO PÚBLICO. DIREITO ADMINISTRATIVO E OUTRAS MATÉRIAS DE DIREITO PÚBLICO.
TRIBUNAL DE ORIGEM:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – AV. BRIGADEIRO
 1 volume, nenhum apenso.
ÚLTIMA FASE:21/09/2017 (07:03) ATO ORDINATÓRIO PRATICADO (PETIÇÃO 485279/2017 (AGRAVO INTERNO) RECEBIDA NA COORDENADORIA DA SEGUNDA TURMA)

https://ww2.stj.jus.br/processo/pesquisa/

Como procurador de justiça, alvo de representações funcionais que foram todas refutadas e arquivadas, seja pelo Ministério Público paulista ou pelo Conselho Nacional do MP, Fernando Nucci jamais marcou sua vida com nódoas.

Não perseguiu.

Não humilhou.

Não pessoalizou conflitos.

Não processou ninguém.

Não se entregou a vindetas.

Não espalhou espinhos.

Não se vendeu.

Não se envolveu em escândalos.

Foi um bom profissional, pai e sobretudo amigo.

Amigo desses que deixam saudade.

Uma dor funda e sem remédio.

Fernando Nucci é uma dessas raras criaturas que marcam a existência de quem com elas coexiste.

Obrigada, muito obrigada. Sandra Paulino

Hoje vou tomar 2 doses: um por mim e outra por vc, pra não ficar te devendo nada!

Sandra Paulino

nucci pow point politico

 

 

TEORI ZAVASCKI

SEGUNDO O DICIONÁRIO INFORMAL, ZAVASCKI É ZEUS, O PODER MÁXIMO, RAIO DE LUZ. PODER ABSOLUTO SOBRE A MENTE, FORÇA TOTAL SOBRE O CORPO E PODER EXTREMO ALIADO À INTELIGÊNCIA, SOBRE TODAS AS COISAS DO UNIVERSO.

MAS O TEORI…NEM O MÍNIMO EM VIDA, OU DEPOIS DA MORTE. ATÉ QUEM INVESTIGAVA A MORTE… MORREU!

Delegado que abriu inquérito sobre Teori Zavascki é morto em SC

Crime ocorreu após briga em casa noturna de Florianópolis e vitimou dois agentes da PF; investigação da morte de ministro do STF segue em sigilo de Justiça

O delegado Adriano Antônio Soares, da Polícia Federal do Rio de Janeiro, foi assassinado na madrugada desta quarta-feira em Florianópolis, após troca de tiros em uma casa noturna na capital catarinense. Soares foi o responsável pela abertura de inquérito para apurar a morte do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), falecido na queda de um avião em janeiro.

O delegado e o colega Elias Escobar estavam em Santa Catarina para participar de um curso de capacitação interna da Polícia Federal. Após a abertura da investigação sobre a morte de Teori, colocada por Adriano Soares sob sigilo, esta foi transferida para Brasília, presidida por outro delegado. Soares chefiava a delegacia de polícia em Angra dos Reis e Escobar, em Niteroi, ambas no litoral fluminense.

Responsável pela investigação, o delegado Ênio de Oliveira Mattos aponta que o conflito se iniciou com “uma discussão banal que evoluiu para troca de tiros” entre os dois agentes e uma terceira pessoa, que encontra-se internada.

A Polícia Federal e a Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) emitiram nota lamentando o ocorrido e prestando condolências a familiares e amigos. Teori Zavascki, que era relator da Operação Lava Jato na corte, faleceu em 17 de janeiro, após a queda de um avião que transportava ele e o empresário Carlos Alberto Filgueiras, proprietário do grupo Emiliano, para a cidade de Paraty (RJ).

 

Posicionamento da PF

A Polícia Federal lamenta a morte de dois delegados, ocorrida na madrugada de hoje (31/05) em Florianópolis/SC. Os dois atuavam em Angra dos Reis e Niterói, respectivamente, e estavam na cidade participando de uma capacitação interna.
O falecimento dos policiais decorreu de uma troca de tiros em um estabelecimento na capital catarinense.

Neste momento de imensa tristeza, a Polícia Federal expressa suas condolências e solidariedade aos familiares e amigos enlutados.

Sobre informações que relacionam um dos policiais mortos à investigação do acidente aéreo que vitimou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, a PF esclarece que o inquérito que apura o caso encontra-se em Brasília/DF, presidido por outro delegado, e apenas foi registrado em Angra dos Reis, local do fato.

 

QUEM ACREDITA? 

 

 

 

LADRÃO FARDADO!

FALO DIRETAMENTE COM VOCÊ, LADRÃO FARDADO!

 

É… VOCÊ MESMO, COM OU SEM ESTRELA E QUEM MAIS AJUDOU A CARREGAR TUDO O QUE VOCÊ ROUBOU…

 

macau.png

– FOI UM QUADRO EMOLDURADO COM DETALHE BEM ESCOLHIDO, DA ORQUESTRA DE MACAU, MUITO ANTIGO, ORIGINAL. ISSO VEIO DA CHINA, HÁ MAIS DE 20 ANOS, QUANDO SUA MÃE JÁ TRABALHAVA DEITADA E VOCÊ NÃO CONSEGUIA GUARDAR DE MEMÓRIA TODAS AS CARAS COM QUE ENCONTRAVA AO ACORDAR 🙂 

CERTO, TENHO DE ADMITIR QUE VOCÊ TEM UM POUCO DE BOM GOSTO! MAS UM POUCO DE NADA, É NADA. VOCÊ SERÁ SEMPRE O FILHO DE PUTA QUE, DE TÃO POBRE, SÓ TEM GRANA, PORQUE TUA MÃE SEMPRE ESTEVE OCUPADA DEMAIS NO TRABALHO 😦

 

VOCÊ ROUBOU MUITOS DOS MEUS DISCOS, QUE LEVEI ANOS E ANOS PRA COMPRAR E ENTRE ELES, UM DOS MEUS FAVORITOS, DE TCHAIKOVSKY, QUE EU TENHO CERTEZA, VOCÊ CHAMA A FAIXA PRINCIPAL DE “BOA NOITE, CINDERELA!”, AQUELA ATRAÇÃO MEDÍOCRE QUE SENOR ABRAVANEL CRIOU PARA MOSTRAR SUA BONDADE NA TV 😥  

 

AINDA ESTOU PENSANDO SE ISSO FEZ LEMBRAR A VIDA BANDIDA DA TUA MÃE E POR ISSO VOCÊ QUIS SE VINGAR DO QUE NÃO TEVE E ROUBOU TAMBÉM O TRENZINHO ELÉTRICO, COM CAIXA E TUDO.

PERCEBI QUE TE FASCINOU TAMBÉM AQUELE PAPIRO EGÍPCIO QUE GANHEI DE UMA AMIGA RUSSA, MEDVEDVA, JÁ FALECIDA, RETRATANDO CENA MILENAR E FIQUEI NA DÚVIDA QUANTO AO QUE VOCÊ CONHECE DE ARTE: É UM SABER APENAS ENCICLOPÉDICO OU VOCÊ É UM OSTENTADOR NATO? VAI EXIBIR ONDE, TUDO O QUE ROUBOU?

AS MINIATURAS QUE VOCÊ TAMBÉM ROUBOU NEM SÃO MINHAS, MAS DE ALGUÉM QUE AMO MUITO, O QUE TORNA TEU ATO AINDA PIOR! NESTE PONTO, SEI QUE VOCÊ NÃO VAI ENTENDER O QUE ESTOU DIZENDO, NEM SE FIZER UM ESFORÇO HERCÚLEO.

O QUÊ? AH, CLARO, VOCÊ NÃO SABE O QUE É UM ESFORÇO ASSIM… QUANDO LÊ O QUE EU ESCREVO NAS PEÇAS SOB PROTOCOLO VOCÊ TEM QUE JUNTAR A CURRIOLA DOS PUXA-SACOS E CONSULTAR DICIONÁRIO, NÉ?

TÁ VENDO COMO VOCÊ É MEDÍOCRE? TUDO EU PERDÔO, MENOS QUE VOCÊ, LADRÃO, FILHO DE PUTA, VISTA UMA FARDA E SE APRESENTE COMO POLÍCIA, PORQUE ISSO VOCÊ NUNCA FOI, COM OU SEM ESCOLA DE COMANDO OU DE FORMAÇÃO, NÃO É E JAMAIS SERÁ.

CARA QUE,

* COM ESTRELA NO OMBRO RAPA O CAMINHÃO TOMBADO, CHEIO DE CARNE, FILMADO PELA CONCESSIONÁRIA E NEM SE LIGA QUE TÁ TODO MUNDO COMENTANDO;

* ACUSA COMPANHEIRO INOCENTE E MONTA CASA DE CABOCLO USANDO ANALFABETO PRA ASSINAR O QUE NEM LÊ;

* MANDA RELATÓRIO SEM ASSINAR PRA QUEIMAR NOME DE SUBORDINADO E DAR CARONA EM PROMOÇÃO;

* SE REÚNE C’A QUADRILHA TODO FINAL DE SEMANA NA HORA DE REPARTIR O FAZ-ME-RIR QUE UNE DESDE OS MAJURA C’OS MAÇANETA ATÉ AS PUTINHA DA MÃE PRETA C’OS RATO DO DP;  

* MENTE PROS SEUS IGUAIS E PROS DIFERENTES MAIS AINDA, SEMPRE APARECENDO LIMPO E PIOR:

LAMBE A BUNDA DE JUIZ VENAL… EU TENHO É NOJO!

MIL VEZES A DEFESA DE TOCO, DE TROCO E ATÉ DE BILÃO QUE MANDA MALA PROS-QUINTO!

AÊ, LADRÃO: EU APRENDI BEM CEDO QUE TUDO TEM SEU DIA, SUA HORA E NÃO VOU PAGAR DE ESCANDALOSA NA CORRÓ, NÃO… EU VOU CHEGAR EM VOCÊ QUANDO MENOS ESPERAR… E VOU, VOCÊ SABE!

VOCÊ PODE ESQUECER MAS EU NÃO. NADA DO QUE FIZERAM EU VOU ESQUECER: NEM O BEM E PRINCIPALMENTE O MAL. SÓ TEM UMA COISA QUE VOCÊ PODE ESQUECER, DESDE JÁ: É ESSA VONTADE DE SER IGUAL A MIM, DE FALAR E FAZER O QUE EU FAÇO, PORQUE ESSA MARCA É MINHA, DE GENTE QUE TEM CORAGEM, VALOR, VERGONHA NA CARA.

SOU AVIS RARA.

VAI VENDO:

FIZERAM DE TUDO PRA ME QUEIMAR, DEU ERRADO.

FORJARAM UMA CENTENA DE PROCESSOS, FUI ABSOLVIDA EM TODOS, COM DEFESA DOS MAIORES ADVOGADOS DO PAÍS.

TRAMARAM CASSAR MINHA LICENÇA E PERDERAM POR MAIS DE 50 CONTRA 20.

TIRARAM MEU CHÃO DOS PÉS, NO EMBU E NA GRANJA, HOJE ESTOU NO DIREITO DE CHAMAR JUIZ, DESEMBARGADOR E MINISTRO IGUAL ESTOU CHAMANDO VOCÊ! E A FILA DOS PROCESSOS ANDA. AINDA POSSO VIRAR O JOGO.

O MELHOR DE TUDO SABE O QUE É? QUE QUANDO EU CAIO, FICO SEGUNDOS NO CHÃO, PORQUE LOGO APARECE ALGUÉM QUE TAMBÉM VESTE A MESMA FARDA QUE VOCÊ! 

ADIVINHA ONDE ESTÁ A DIFERENÇA? NO CARÁTER! ENQUANTO ESSES HOMENS DE FARDA PERCORRERAM O CAMINHO DA DOR, CONHECENDO DETALHES DA HUMILHAÇÃO E PRESTANDO TODO O APOIO QUE PUDERAM, VOCÊ E OS DO SEU COVIL VASCULHARAM OS DESPOJOS, AS SOBRAS DA DOUTORA… E SE REFESTELARAM NESSE BUTIM.

SÓ QUE TUDO QUE FOI ROUBADO SÃO APENAS DETALHES DE UMA VIDA DE FAMÍLIA, NÃO DE GENTE COMO QUEM TE PARIU.

VOCÊ LEVOU O QUADRO, MAS NÃO O BRILHO DE QUEM GANHOU O PRESENTE.

LEVOU OS DISCOS, MAS A MÚSICA CONTINUA A TOCAR.

LEVOU QUADROS MAS O CONHECIMENTO E SIGNIFICADO PERMANECEM INACESSÍVEIS.

LEVOU O TRENZINHO , MAS NÃO A ALEGRIA DE QUEM GOSTAVA DO BRINQUEDO.

PERCEBE O ABISMO DA DIFERENÇA ENTRE NÓS?

 

VOCÊ É SÓ MAIS UM.

FARDADO OU NÃO: VOCÊ É O QUÊ, CARA?

LADRÃO.

 

Eu, sou Sandra Paulino

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AS DUAS PM QUE ATUAM EM SÃO PAULO

Nos últimos 18 anos de defesa de PMS, aprendi que a PM que atua na periferia e na Grande SP não é a mesma que vemos nos bairros “nobres” e que os desvios são bastante tolerados se forem praticados por gente “autorizada”, ainda que de forma velada.

O Regulamento Disciplinar é um modelo de padrão ético que parece só existir para cobrar comportamento de Praças, não de Oficiais que tudo podem.

 

Vários comandantes compactuam com o desvio e incentivam crimes.

 

Ah, sei… preciso apresentar provas? ok, primeiro quero que a PM explique a morte do coronel lá no 18º e depois a morte da Cabo Andréia Pesseghini.

 

Também quero acesso à investigação da morte em Cotia, do soldado Nascimento do 42º, um mês depois de ser ouvido no inquérito policial em que acusou seu comandante em Osasco, de ser chefe de quadrilha que rouba cargas e de grupos de extermínio.

Especializadas contam com apoio da instituição que encobre em última instância os desvios mais tenebrosos como crime de mando, execuções de denunciantes e silêncio imposto aos sobreviventes.

Eu não estou falando de pessoas pobres da periferia, mas da pseudo-politização deletéria que estraga a corporação há pelo menos duas décadas e que premia como prática corrente os bajuladores, outorga medalhas a assassinos contumazes que contam dezenas de registros em seus assentamentos como RSM.

Isso não é invenção do Adilson Paes de Souza, que não descobriu a roda! É contra essa PM que dirijo minha crítica: a que ignora e pisa direitos básicos, que combate a ampla defesa com empenho de quem se vê ameaçado em sua torre de controle.

Essa PM que se envolve em roubo de cargas, estouro de caixas eletrônicos, máfias de caça-níqueis, venda de escalas, de multas em troca de vantagens criminosas, extorsão de transgressores, tráfico de drogas e armas, agressões covardes contra pessoas indefesas e ignorantes de seus direitos e sobretudo, a que incentiva e acoberta os grupos de extermínio.

ESSA, A QUE PRECISA SER EXTINTA! Contra essa PM também se dirige o reclamo que “anda nas cabeças, anda nas bocas” de milhares de pessoas que vivem nesse Estado, pessoas que protestam contra a violência policial concreta, especialmente nos lugares mais pobres e carentes de quaisquer recursos, desde iluminação até transporte público.

A mudança que o Plano Estadual de Direitos Humanos pretendeu em 1997, infelizmente, ficou circunscrita àquela frase do rodapé dos documentos oficiais e que é vista ainda hoje como piada.

Fui assistir todas as exposições junto com o chefe da corregedoria, entre outros. Mentira que a PM é estruturada em conceitos de “segurança comunitária”, exceto se essa for uma parte da elite.

Porque a outra conta com segurança especial e institucional ou então “privilegiada”, caso de empresas que pagam policiais em horário de serviço para cuidarem do seu patrimônio.

O que tem mais “eficácia” no combate ao crime é o porrete que se leva junto com a equipe, onde está escrito “DIREITOS HUMANOS” e que serve de mote aos pervertidos quando cinicamente perguntam às suas vítimas o que elas querem e esse porrete bate nas carnes, nos ossos, até que escorra sangue.

Bem lembrado pelo autor dessa corajosa obra que tentam desqualificar, sobre a violência da PM, que na hora de “puxar corda” ninguém será solidário com o policial e será ele quem vai “bater com as costas”!

É bom que o bilão comece a usar a massa encefálica e perceba que a “geni” é ele, e como tal, receberá o previsto.

A parte mais frágil da sociedade, enfim, está farta das mentiras, dos APFD forjados, dos autos de resistência seguida de morte, de saber que a propina do desmatamento encobre especulação imobiliária, que os kit-vela que são intrujados porque morto-não-fala, cansada dos falsos testemunhos, do assédio processual contra quem incomoda e como forma de silenciar pelo medo e pressão, dos carros pretos de noite nas favelas e biqueiras, das toucas-ninja que esconde as caras, da repartição do arrêgo de puteiro, maquininhas, pátio de apreensão de veículos, postos de gasolina desviada dos quartéis, bingos, segurança de comércio em geral, empresas colaboradoras, transporte de cargas excedentes, indústria de multas, de inquéritos, baculejo, banho-de-exú e grupos de extermínio.

Está farta também de tudo isso, a parcela que pensa e a minúscula que denuncia, sabe-se lá a que preço! Sabem essas que há mais de três décadas, Interlagos e seu entorno era um dos locais onde mais se usavam pneus para descarte e isso nada tem a ver com o autódromo.

Era um tempo em que sobretudos escuros escondiam muito mais que um corpo do frio.

A hipocrisia e o cinismo, além da mentira como “método” e ”prática diária” desnudam o verdadeiro sentir e agir da grande “base” dessa pirâmide que todos os dias põe em risco nossa segurança e vida; quando não alcança, desgraçadamente, o objetivo.

A associação com facções criminosas e serviços prestados a estas revelou-se muito mais lucrativa do que o combate aos transgressores, o que não deixa de refletir uma parte da sociedade.

SÓ UMA PARTE, fique bem destacado.

Em breve, com a mudança política que se avizinha, espera-se que esses que hoje fraudam a verdade e covardemente espalham mentiras que se escrevem e se apagam com facilidade, paguem por seus crimes.

A forja de laudos para “enlouquecer e desenlouquecer” policiais conforme a conveniência ou contra quem denuncia, se espera seja extinta.

Acusações indébitas e sem alicerce aceitas por comandantes maliciosos que compactuam com o erro, a mentira, o desvio, em benefício próprio e da salvaguarda do crime, devem passar pelo crivo judicial, com responsabilização administrativa, civil e penal do fraudador.

Se alcançarmos isenção em processo e julgamento dos que erram, não terão mais lugar os vergonhosos conchavos, os ofícios e outras manobras que visam “arredondar” ocorrências graves e serão esclarecidas, por exemplo, chacinas orquestradas dentro da PM, por PMs contra PMs. BASTA TIRAR DA BOCA DA MACIÇA MAIORIA DOS POLICIAIS ESSA MORDAÇA QUE É O MILITARISMO e a Sociedade vai se surpreender com o que virá…

 (TEXTO ESCRITO E PUBLICADO NO PERFIL DE SANDRA PAULINO NO FACEBOOK EM 10 DE ABRIL DE 2014)

PROMOTOR ROGÉRIO ZAGALO E AS PRÁTICAS DA PM

OS PMS QUE EM SETEMBRO DE 2015 MATARAM DOIS SUSPEITOS DA PRÁTICA DE CRIME PATRIMONIAL SERÃO ABSOLVIDOS.

Na Promotoria vai estar o polêmico promotor Rogério Zagalo, que já protagonizou ocorrências memoráveis.

E lamentáveis.

Uma das mais conhecidas ocorreu em junho de 2013, quando Zagalo – POR SEU PERFIL NO FACEBOOK – mandou AVISAR A TROPA DE CHOQUE QUE ESSA REGIÃO FAZ PARTE DO MEU TRIBUNAL DO JÚRI E QUE SE ELES MATAREM ESSES FILHOS DA PUTA EU ARQUIVAREI O INQUÉRITO POLICIAL. 

O que pensa um policial da tropa de choque ao tomar conhecimento de que um promotor o incentiva a matar um FDP, referindo-se aos manifestantes que interditavam a Marginal em horário de pico? Não pensa, tem certeza, de que o promotor disse, nas entrelinhas, que se um policial fosse julgado no “meu tribunal” acabaria absolvido. Aliás, nem julgamento terá, se assim agir, porque o inquérito acabará arquivado a pedido do promotor. 

Zagalo, na verdade, deixou registrado para a posteridade que, crime patrimonial ou simples ato de cidadania, merecem ser punidos com a perda da vida. Não é exagero: ele pensa assim mesmo! E o pior: ainda tem uma funcional do Ministério Público a lhe garantir que pode agir assim. 

No passado, Zagalo absolveu policial que atirou em ladrão, em parte não letal do corpo, fazendo a ressalva de que deveria “melhorar a pontaria”.

O caso das mortes do Butantã, praticadas por policiais que pertencem ao mesmo batalhão da USP, vizinho da favela San Remo e que ficam alojados ao lado do 51DP em uma das Companhias desse batalhão, foi distribuído para o mesmo promotor.

 

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A nova polêmica, a partir do assassinato dos dois suspeitos por policiais militares, parece que o promotor tenta resgatar sua imagem diante da mídia, pelas falas disponíveis, tratando da fraude processual e da prática de outros crimes em si mesma. 

Desde então, sabe-se que um policial que nada tinha de envolvimento com o caso, foi acusado de participação e responde processo para demissão/expulsão. Ou seja, se não tem exagero de um lado, tem do outro. Ou será apenas cortina de fumaça da PM?

Crimes aconteceram após perseguição policial. Dois rapazes foram rendidos e mortos a tiros no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Câmeras registraram as ações dos policiais.

Os policiais militares serão levados a dois júris populares pelas mortes de Paulo Henrique Porto de Oliveira, de 18 anos, e de Fernando Henrique da Silva, de 23, que eram perseguidos por estarem numa moto roubada, em 7 de setembro de 2015, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Uma das vítimas foi jogada do alto do telhado de uma casa quando foi abordada. A outra vítima chegou a ser rendida pela polícia a acabou morta a tiros.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o julgamento dos policiais militares Tyson Oliveira Bastiane, Silvano Clayton dos Reis e Silvio André Conceição será realizado na segunda-feira (13), na Fórum Criminal da Barra Funda. Eles são réus no processo da morte de Oliveira.

Os policiais Flávio Lapiana de Lima, Fábio Gambale da Silva e Samuel Paes, acusados da morte de Silva, serão julgados em outro júri, na quarta-feira (27).

Os agentes estão presos à espera do julgamento. Todos os réus negam o crime e alegam que agiram em legítima defesa. Disseram que revidaram os disparos feitos pelas vítimas.

Mas para a juíza Giovanna Christina Colares, da 5ª Vara do Júri do Fórum da Barra Funda, os policiais devem responder pelas execuções de Paulo e Fernando.

De acordo com a sentença, além de homicídio doloso qualificado (com intenção e por meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e motivo torpe), os policiais são acusados de cometer fraude processual, falsidade ideológica e até porte ilegal de arma.

O G1 não conseguiu localizar os advogados de defesa dos réus para comentar sobre os julgamentos.

Sequência gravada por câmera de segurança mostra abordagem policial a suspeito que foi morto depois (Foto: Reprodução)

Sequência gravada por câmera de segurança mostra abordagem policial a suspeito que foi morto depois (Foto: Reprodução)

Ao G1, o promotor Rogério Leão Zagallo, representante do Ministério Público (MP), já havia dito que pedirá “a condenação deles por terem participado de execuções contra suspeitos que já haviam se rendido e estavam desarmados.”

Além de depoimentos de testemunhas oculares, as imagens da ação dos policiais foram determinantes, segundo a Promotoria, para a acusação se convencer de que Paulo e Fernando foram assassinados.

Apesar de as filmagens não mostrarem as execuções, Zagallo informou que elas não deixam dúvidas de que os suspeitos acabaram mortos sem oferecer resistência.

Veja abaixo reportagem sobre o caso em 2015, com vídeo de Paulo sendo detido e depois encontrado morto:

Morte de Paulo

Câmeras de segurança mostram o momento em que os policiais Silvio, Tyson e Silvano abordam Paulo, que havia se escondido dentro de uma lixeira.

Segundo a denúncia, Silvio atirou uma vez na direção do suspeito, mas não o atingiu. Paulo se entregou, sendo algemado em seguida. Pela filmagem é possível ver quando as algemas são retiradas do homem, que é levado pelos policiais para atrás de um muro.

As cenas não mostram, mas nesse momento Tyson atirou duas vezes em Paulo, que morre no local, ainda de acordo com o MP. Na sequência, um policial entra na viatura estacionada e sai dela com uma arma na mão esquerda. Depois deixa a arma perto do corpo.

Para os peritos, os agentes disseram que a pistola pertencia a Paulo. Zagalo discorda. “A arma foi plantada”, afirmou o promotor que entende isso como uma tentativa dos policiais de enganar a investigação. “Isso é fraude. Usaram uma arma ilegal”.

Tyson e Silvano são acusados de homicídio de Paulo, além de fraude processual, falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Silvio responde por homicídio e fraude processual nesse mesmo caso.

Uma policial que estava com os PMs chegou a ser investigada, mas a Justiça entendeu que ela não participou da execução.

Morte de Fernando

Gravações feitas por celular também registraram o instante em que Samuel revista Fernando em cima do telhado de uma casa. O suspeito havia tentado escapar, mas acabou abordado pelo policial.

Após não encontrar nenhuma arma com Fernando, Samuel o jogado do telhado para a parte térrea. O suspeito cai de uma altura de cerca de 3 metros. A filmagem não mostra, mas segundo a acusação, Flávio e Fábio, que estavam no solo, atiram em Fernando. É possível escutar o som de dois tiros. De acordo com o MP, o suspeito morreu por conta dos disparos que sofreu e não pela queda.

Mesmo assim, Zagallo acusa Samuel de participar do homicídio de Fernando por ter jogado ele, o entregando a Flávio e Fábio, que mataram o suspeito. Flávio e Fábio irão responder pelo homicídio, fraude processual e falsidade ideológica.

Os policiais alegaram que revidaram tiros dados por Fernando. Uma arma foi encontrada perto do corpo dele. Apesar disso, o promotor entende que essa arma também foi plantada. “Mas como não consegui identificar quem a plantou, não posso fazer essa acusação”.

Fernando era filho de um policial militar e queria se tornar bombeiro, segundo seus familiares.

Veja abaixo reportagem sobre o caso em 2015, com vídeo de Fernando sendo detido e jogado de telhado:

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